<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	>

<channel>
	<title>E-commerceBrasil.org - Por trás das operações de loja virtual</title>
	<atom:link href="http://www.e-commercebrasil.org/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.e-commercebrasil.org</link>
	<description>e-commerce, comercio eletronico, b2c, loja virtual, varejo, loja online</description>
	<pubDate>Tue, 27 Jul 2010 22:16:20 +0000</pubDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.7</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<item>
		<title>Quais os principais motivos de fracasso das pequenas empresas</title>
		<link>http://www.e-commercebrasil.org/negocios/quais-os-principais-motivos-de-fracasso-das-pequenas-empresas/</link>
		<comments>http://www.e-commercebrasil.org/negocios/quais-os-principais-motivos-de-fracasso-das-pequenas-empresas/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 27 Jul 2010 22:16:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mercado</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.e-commercebrasil.org/?p=729</guid>
		<description><![CDATA[Segundo o Sebrae, a taxa de mortalidade das micro e pequenas empresas brasileiras é de 80% antes de completarem o primeiro ano de funcionamento. Já nas empresas que passam por incubadoras este índice cai para 20%. Mas quais são os principais fatores que levam à falência?
Abaixo listamos nove itens apontados pelo Sebrae e buscamos informações [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Segundo o Sebrae, a taxa de mortalidade das micro e pequenas empresas brasileiras é de 80% antes de completarem o primeiro ano de funcionamento. Já nas empresas que passam por incubadoras este índice cai para 20%. Mas quais são os principais fatores que levam à falência?</p>
<p>Abaixo listamos <a href="http://www.sebraesp.com.br/faq/financas/gestao_financeira/acoes_falencia">nove</a> itens apontados pelo Sebrae e buscamos informações sobre como evitar cada um dos erros, alguns textos já foram postados aqui no Pensando Grande e outros são de entidades que apóiam pequenas e médias empresas.</p>
<p><strong>- Um dos erros mais comuns, e também mais sérios, é o de confundir gastos pessoais com gastos da empresa. O patrimônio da empresa não deve ser misturado ao patrimônio dos donos. </strong></p>
<p><em>Saiba mais sobre a gestão financeira de seu negócio em uma </em><em>cartilha elaborada pelo Sebrae, clique </em><em><a href="http://www.biblioteca.sebrae.com.br/bds/bds.nsf/AC2B673CD4E74AA183256F66006B8F1E/$File/NT000A215A.pdf"><em>aqui</em></a> </em><em>para download grátis.</em></p>
<p><strong>- Ausência de um plano de negócios compatível à realidade do mercado. </strong></p>
<p><em>Clique <a href="http://pensandogrande.com.br/tag/plano-de-negocios/">aqui</a> para ver dicas sobre como elaborar um plano de negócios.</em></p>
<p><strong>- Investimento não planejado, ou seja investir, e fixar metas, sem uma avaliação precisa das necessidades operacionais. </strong></p>
<p><em>Pesquisa e planejamento são essenciais e devem vir antes de qualquer investimento, confira <a href="http://pensandogrande.com.br/?s=plano+neg%C3%B3cios&amp;x=0&amp;y=0">aqui</a> como uma pequena empresa alcançou o sucesso seguindo estes passos.</em></p>
<p><strong>- Ausência de controle dos custos, bem como de outros controles internos ligados à capacidade &#8230;</strong></p>
<p>Leia na íntegra em:<strong> </strong><a href="http://pensandogrande.com.br/quais-os-principais-motivos-de-fracasso-das-pequenas-empresas/" target="_blank">Pensando Grande</a><strong><br />
</strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.e-commercebrasil.org/negocios/quais-os-principais-motivos-de-fracasso-das-pequenas-empresas/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Como definir o preço de seu produto ou serviço</title>
		<link>http://www.e-commercebrasil.org/negocios/como-definir-o-preco-de-seu-produto-ou-servico/</link>
		<comments>http://www.e-commercebrasil.org/negocios/como-definir-o-preco-de-seu-produto-ou-servico/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 27 Jul 2010 22:14:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mercado</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.e-commercebrasil.org/?p=718</guid>
		<description><![CDATA[A formação de preço de um produto ou serviço é uma dificuldade enfrentada pela maioria das empresas de pequeno e médio porte. Um erro nesta etapa pode significar prejuízo e perda de mercado. Para evitar que isso aconteça é preciso conhecer a estrutura básica de formação de preço e aplicá-la a todos os produtos e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A formação de preço de um produto ou serviço é uma dificuldade enfrentada pela maioria das empresas de pequeno e médio porte. Um erro nesta etapa pode significar prejuízo e perda de mercado. Para evitar que isso aconteça é preciso conhecer a estrutura básica de formação de preço e aplicá-la a todos os produtos e serviços ofertados pela empresa.</p>
<p>“Uma opção para a definição do preço é fazer o cálculo com base no custo unitário do produto ou serviço.  Porém, percebe-se uma grande dificuldade destas empresas na elaboração deste cálculo”, avalia Dariane Fraga Castanheira,  professora do <a href="http://www.fia.com.br/portalfia/Default.aspx?idPagina=21745">PROCED/FIA</a> – Programa de Capacitação da Empresa em Desenvolvimento da Fundação Instituto de Administração da USP. Dariane trabalhou por mais de vinte anos em grandes corporações e decidiu mudar o rumo de sua carreira para ajudar pequenas empresas. “Nas grandes corporações observa-se como o conhecimento gerencial as conduz a ótimos resultados. Então, decidi trabalhar para repetir este modelo nas pequenas empresas”, revela a professora. Hoje o Proced participa de um grupo de pesquisa nesta área  que reúne informações de dez países ibero-americanos. “Cerca de  90% das empresas do mundo são de pequeno e médio porte e o grande problema&#8230;</p>
<p>Leia na íntegra em: <a href="http://pensandogrande.com.br/como-definir-o-preco-de-seu-produto-ou-servico/" target="_blank">Pensando Grande</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.e-commercebrasil.org/negocios/como-definir-o-preco-de-seu-produto-ou-servico/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Pesquisa revela tempo médio de leitura de um e-mail marketing</title>
		<link>http://www.e-commercebrasil.org/marketing/pesquisa-revela-tempo-medio-de-leitura-de-um-e-mail-marketing/</link>
		<comments>http://www.e-commercebrasil.org/marketing/pesquisa-revela-tempo-medio-de-leitura-de-um-e-mail-marketing/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 22 Jul 2010 10:58:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mercado</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>

		<category><![CDATA[wb4b]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.e-commercebrasil.org/?p=726</guid>
		<description><![CDATA[A Litmus, uma empresa de tecnologia especializada em Email Analytics, divulgou recentemente algumas estatísticas interessantes baseadas em snippets inclusos em códigos HTML que vão embarcados nas peças de email marketing disparadas pelas mais diversas ferramentas disponíveis no mercado. Segundo a empresa, mais de 4 milhões de emails foram rastreados para se chagar aos valores obtidos.
Vale [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Litmus, uma empresa de tecnologia especializada em Email Analytics, divulgou recentemente algumas estatísticas interessantes baseadas em snippets inclusos em códigos HTML que vão embarcados nas peças de email marketing disparadas pelas mais diversas ferramentas disponíveis no mercado. Segundo a empresa, mais de 4 milhões de emails foram rastreados para se chagar aos valores obtidos.</p>
<p>Vale lembrar que os valores abaixo mencionados dizem respeito, única e exclusivamente, a mensagens que foram abertas obviamente pelos seus destinatários :</p>
<ul>
<li> 51,1% das pessoas que recebem uma mensagem de email marketing levam em média dois segundos para lê-la antes de apagá-la;</li>
<li>em campanhas de email marketing com altas taxas de abertura, 77% das pessoas lêem uma mensagem de email completamente;</li>
<li>em média, 0,12% dos destinatários imprimem uma mensagem de email marketing pelo seu cliente de email;</li>
<li>0,63% das mensagens de email marketing enviadas são encaminhadas para outras pessoas, sendo que em campanhas de marketing viral esse percentual pode chegar até 9% da base de emails enviada.</li>
</ul>
<p>Leia mais matérias como esta em: <a href="http://ecommercenews.com.br/noticias/pesquisa-revela-tempo-medio-de-leitura-de-um-e-mail-marketing" target="_blank">E-Commerce News</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.e-commercebrasil.org/marketing/pesquisa-revela-tempo-medio-de-leitura-de-um-e-mail-marketing/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Capital de giro: o que é e como administrá-lo?</title>
		<link>http://www.e-commercebrasil.org/negocios/capital-de-giro-o-que-e-e-como-administra-lo/</link>
		<comments>http://www.e-commercebrasil.org/negocios/capital-de-giro-o-que-e-e-como-administra-lo/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 22 Jul 2010 10:51:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mercado</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.e-commercebrasil.org/?p=719</guid>
		<description><![CDATA[Ser um bom empreendedor não é suficiente para que um empresário administre adequadamente o seu negócio e mantenha os caixas de sua empresa sempre saudáveis. Cerca de 60% das pequenas e médias empresas não sobrevivem ao seu segundo ano de vida, uma das causas que contribuem para essa realidade assustadora é a falta de gestão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ser um bom empreendedor não é suficiente para que um empresário administre adequadamente o seu negócio e mantenha os caixas de sua empresa sempre saudáveis. Cerca de 60% das pequenas e médias empresas não sobrevivem ao seu segundo ano de vida, uma das causas que contribuem para essa realidade assustadora é a falta de gestão financeira. “Um dos grandes problemas das PMEs são os controles. Os empresários são muito displicentes com isso e não sabem sequer qual é de fato a sua realidade financeira”, explica Ricardo Curado, consultor de finanças do Sebrae.</p>
<p>Mas, o que é capital de giro? Chamamos de capital de giro todo o dinheiro em caixa de uma empresa, somado às mercadorias e estoque e as contas a receber, que são as vendas a prazo. É importante ter a noção que um fornecedor de mercadoria também é um fornecedor de capital de giro, pois vende sua mercadoria a prazo.</p>
<p>Algumas empresas recorrem à financiamentos bancários para aumentar seu capital de giro, entretanto, tomar dinheiro emprestado de banco tem sempre um custo. “Nesse caso, o ideal é utilizar esse financiamento para comprar mercadorias à vista. O problema em recorrer aos empréstimos bancários surge quando esse recurso é utilizado para pagar dívidas”, alerta Ricardo.</p>
<p>Uma das principais recomendações do consultor para cuidar do capital de giro de uma empresa é fazer controle de estoque. O objetivo de qualquer empresa é gerar lucro. O lucro é obtido por meio de vendas, entretanto, toda venda tem um custo (armazenamento e pagamento de fornecedores, por exemplo), o lucro é a diferença entre o custo inicial e o valor da venda. Apenas a partir do controle de estoque se obtém informações relativas ao custo de cada venda. Outros tipos de despesas da empresa se controla com um bom fluxo de caixa.</p>
<p>A relação entre estoque, mercadoria e capital de giro é um pouco mais complexa&#8230;</p>
<p>Leia na íntegra em: <a href="http://pensandogrande.com.br/capital-de-giro-o-que-e-e-como-administra-lo/" target="_blank">Pensando Grande</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.e-commercebrasil.org/negocios/capital-de-giro-o-que-e-e-como-administra-lo/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Média dos líderes de varejo – Rede de Busca do Google Brasil</title>
		<link>http://www.e-commercebrasil.org/marketing/media-dos-lideres-de-varejo-%e2%80%93-rede-de-busca-do-google-brasil/</link>
		<comments>http://www.e-commercebrasil.org/marketing/media-dos-lideres-de-varejo-%e2%80%93-rede-de-busca-do-google-brasil/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 21 Jul 2010 11:08:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mercado</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>

		<category><![CDATA[wb4b]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.e-commercebrasil.org/?p=727</guid>
		<description><![CDATA[Hoje e amanhã publicaremos dois posts com as médias dos anunciantes líderes de mercado no segmento de varejo. Vamos mostrar os dados do 1º e do 2º trimestres de 2010 e um comparativo dos dois períodos.
Hoje você confere os dados da Busca do Google Brasil. Veja no gráfico abaixo que, do 1º para o 2º [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje e amanhã publicaremos dois posts com as médias dos anunciantes líderes de mercado no segmento de varejo. Vamos mostrar os dados do 1º e do 2º trimestres de 2010 e um comparativo dos dois períodos.</p>
<p>Hoje você confere os dados da Busca do Google Brasil. Veja no gráfico abaixo que, do 1º para o 2º trimestre, o investimento médio dos líderes cresceu cerca de 30%:</p>
<p><a href="http://3.bp.blogspot.com/_BpgIDsyMb6c/TEXT4Bkzf5I/AAAAAAAAAO0/en2x8xGzl0E/s400/1.jpg"><img src="http://3.bp.blogspot.com/_BpgIDsyMb6c/TEXT4Bkzf5I/AAAAAAAAAO0/en2x8xGzl0E/s400/1.jpg" border="0" alt="" width="799" height="225" /></a></p>
<p>Enquanto isso, o CTR médio subiu de 2.2% para 3%, e a média de cliques cresceu 18.4%, conforme o gráfico a seguir:</p>
<p><a href="http://1.bp.blogspot.com/_BpgIDsyMb6c/TEXT95DiZmI/AAAAAAAAAO8/CvIolAlNuwE/s1600/2.jpg"><img src="http://1.bp.blogspot.com/_BpgIDsyMb6c/TEXT95DiZmI/AAAAAAAAAO8/CvIolAlNuwE/s1600/2.jpg" border="0" alt="" width="800" height="226" /></a><br />
O CPC médio dos líderes não teve alterações significativas e subiu apenas 1 centavo, pulando de R$ 0.13 para R$ 0.14.</p>
<p>Amanhã publicaremos os dados da Rede de Display do Google e nas próximas semanas mostraremos os números das principais categorias do varejo. Fique ligado!</p>
<p><span>Felipe Ozorio, Analista de Varejo do Google Brasil</span></p>
<p><span>Veja outras análises em:<a href="http://feedproxy.google.com/~r/GoogleVarejoOnline/~3/7-gBqT5BPu0/media-dos-lideres-de-varejo-rede-de.html" target="_blank"> Google Varejo Online</a><br />
</span></p>
<div><img src="https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4935281756965529344-3296001455499648919?l=googlevarejo.blogspot.com" alt="" width="1" height="1" /></div>
<p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/GoogleVarejoOnline/~4/7-gBqT5BPu0" alt="" width="1" height="1" /></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.e-commercebrasil.org/marketing/media-dos-lideres-de-varejo-%e2%80%93-rede-de-busca-do-google-brasil/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>11 dados sobre email marketing</title>
		<link>http://www.e-commercebrasil.org/marketing/11-dados-sobre-email-marketing/</link>
		<comments>http://www.e-commercebrasil.org/marketing/11-dados-sobre-email-marketing/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 21 Jul 2010 11:05:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mercado</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>

		<category><![CDATA[Números]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.e-commercebrasil.org/?p=725</guid>
		<description><![CDATA[1. 21% dos recebedores reportam email como Spam, mas que eles saibam que não é. (MarketingSherpa, 2007)
2. 43% dos recebedores clicam no botão Spam baseados no nome (De:) ou e-mail de quem enviou (Sender). (MarketingSherpa, 2007)
3. 69% dos recebedores reportam Spam baseados no assunto do e-mail. (Email  Sender  and  Provider  Coali1on, 2007)
4. 35% dos recebedores abrem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>1. 21% dos recebedores reportam email como Spam, mas que eles saibam que não é. (MarketingSherpa, 2007)</p>
<p>2. 43% dos recebedores clicam no botão Spam baseados no nome (De:) ou e-mail de quem enviou (Sender). (MarketingSherpa, 2007)</p>
<p>3. 69% dos recebedores reportam Spam baseados no assunto do e-mail. (Email  Sender  and  Provider  Coali1on, 2007)</p>
<p>4. 35% dos recebedores abrem e-mail baseados somente no assunto. (Jupiter  Research, 2007)</p>
<p>5. 17% dos americanos criam um novo endereço de email a cada 6 meses. (Jupiter  Research, 2008)</p>
<p>6. 30% dos assinantes de listas de email marketing mudam seus endereços anualmente. (Return  Path, 2007)</p>
<p>7. Pessoas que compram produtos por conta de um email gastam&#8230;</p>
<p>Leia na íntegra em: <a href="http://feedproxy.google.com/~r/Lucremais/~3/-GTWBA2nbOI/" target="_blank">Blog BNS Email Marketing</a></p>
<p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Lucremais/~4/-GTWBA2nbOI" alt="" width="1" height="1" /></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.e-commercebrasil.org/marketing/11-dados-sobre-email-marketing/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>O varejo do “menos é mais”</title>
		<link>http://www.e-commercebrasil.org/negocios/o-varejo-do-%e2%80%9cmenos-e-mais%e2%80%9d/</link>
		<comments>http://www.e-commercebrasil.org/negocios/o-varejo-do-%e2%80%9cmenos-e-mais%e2%80%9d/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 21 Jul 2010 11:02:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mercado</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.e-commercebrasil.org/?p=716</guid>
		<description><![CDATA[Poucas coisas estão tão enraizadas no nosso modo de pensar como o “quanto mais, melhor”. O melhor supermercado é aquele que tem 20 marcas de sabão em pó (mesmo que eu sempre compre a mesma). O melhor shopping é o que tem mais lojas. A melhor festa é a que tem fila na porta. O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span>P</span>oucas coisas estão tão enraizadas no nosso modo de pensar como o “quanto mais, melhor”. O melhor supermercado é aquele que tem 20 marcas de sabão em pó (mesmo que eu sempre compre a mesma). O melhor shopping é o que tem mais lojas. A melhor festa é a que tem fila na porta. O melhor médico é o que só tem vaga para o  mês que vem. A melhor academia é a lotada. A melhor locadora de filmes é a que tem o maior acervo. De fato, esse último caso é verdade. Mas como a <a href="http://www.blockbusteronline.com.br/">Blockbuster</a> virou multinacional com um acervo tão enxuto?</p>
<p>Uma grande <a href="http://blog.nielsen.com/nielsenwire/consumer/too-much-choice-and-variety-assortment-realities/">pesquisa</a> mostrou atendência do varejo em diminuir o número de produtos oferecidos. Não apenas para facilitar a vida do consumidor na hora de escolher qual comprar, mas para facilitar também a vida do varejista.</p>
<p><em>Downsizing</em> é a palavra. Uma vez usada para denominar demissões em massa, agora downsizing vem sendo usado para descrever a estratégia de diminuição das marcas nas prateleiras. Entre 10 varejistas, 4 diminuíram o número de marcas em cerca de 5% no ano passado. Vale ressaltar, que isso é uma tendência, não uma regra. A prova disso é que 22% dos varejistas aumentaram seu portifólio em 3%, no entanto não dá pra saber se eles já possuíam marcas de mais –ainda assim aumentaram–, ou tinham marcas de menos. Ambos casos são um perigo.</p>
<p>Oferecer marcas demais é um problema porque: aumenta custos, dificulta o trabalho de armazenagem uma vez que é preciso cadastrar mais itens [<a href="http://lg2006.blogspot.com/2006/05/unidade-mantida-em-armazm-sku.html">saiba o que é SKU</a>], “esgoelam” margem de lucro, tira espaço de produtos lucrativos e deixa o consumidor indeciso.</p>
<p>Oferecer marcas de menos também é um problema porque: como certa vez eu ouvi, ninguém vai duas vezes ao supermercado. Se necessário, as pessoas vão no mais distante, desde que tenha tudo que eles querem.</p>
<p>Segundo os próprios varejistas, as principais razões para fazer downsizing de marcas são&#8230;</p>
<p>Leia na íntegra em: <a href="http://feedproxy.google.com/~r/pequenoguru/~3/4oorpb_MniI/" target="_blank">Pequeno Guru</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.e-commercebrasil.org/negocios/o-varejo-do-%e2%80%9cmenos-e-mais%e2%80%9d/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Como escolher um investidor capitalista para o seu negócio</title>
		<link>http://www.e-commercebrasil.org/negocios/como-escolher-um-investidor-capitalista-para-o-seu-negocio/</link>
		<comments>http://www.e-commercebrasil.org/negocios/como-escolher-um-investidor-capitalista-para-o-seu-negocio/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 20 Jul 2010 10:43:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mercado</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.e-commercebrasil.org/?p=720</guid>
		<description><![CDATA[
A captação de investimentos é sempre um grande desafio para as empresas de pequeno e médio portes. Durante o último Seminário Internacional de Empreendedorismo Humberto Matsuda, VP de Venture Capital da Performa Investimentos, esclareceu dúvidas frequentes em relação ao melhor caminho para conquistar investimento privado.
Antes de qualquer passo, o empresário deve ficar atento ao tipo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://pensandogrande.com.br/wp-content/uploads/2010/07/investimento2.jpg"><img title="investimento2" src="http://pensandogrande.com.br/wp-content/uploads/2010/07/investimento2-300x198.jpg" alt="" width="300" height="198" /></a></p>
<p>A captação de investimentos é sempre um grande desafio para as empresas de pequeno e médio portes. Durante o último <a href="http://pensandogrande.com.br/e-tempo-de-empreender/">Seminário Internacional de Empreendedorismo</a> Humberto Matsuda, VP de Venture Capital da <a href="http://performainvestimentos.com/">Performa Investimentos</a>, esclareceu dúvidas frequentes em relação ao melhor caminho para conquistar investimento privado.</p>
<p>Antes de qualquer passo, o empresário deve ficar atento ao tipo de fundo de investimento que está procurando, existem fatores que os fundos analisam que não estão diretamente relacionados às empresas. “É uma questão de modelo, do que se busca e como se busca investimento, se um investidor não tiver interesse pela sua empresa não significa necessariamente que ela não é boa, talvez ela não esteja dentro do que o investidor busca”, explica Matsuda. Normalmente, os fundos de investimento analisam os seguintes pontos em uma empresa:</p>
<p><strong>Porte da empresa</strong> – para cada estágio de desenvolvimento existe um investidor certo. Uma empresa já desenvolvida tem um tipo de investimento muito maior do que uma <em>start up, </em>ou seja, uma iniciante. Uma <em>start up</em> possui uma gestão muito mais focada na própria operação e no negócio em si. “Adeque o seu discurso a quem investe em empresas do seu tamanho. Se você quer convencer um investidor, tem que&#8230;</p>
<p>Leia na íntegra em: <a href="http://pensandogrande.com.br/como-escolher-um-investidor-capitalista-para-o-seu-negocio/" target="_blank">Pensando Grande</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.e-commercebrasil.org/negocios/como-escolher-um-investidor-capitalista-para-o-seu-negocio/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Propaganda: Quanto é o suficiente?</title>
		<link>http://www.e-commercebrasil.org/marketing/propaganda-quanto-e-o-suficiente/</link>
		<comments>http://www.e-commercebrasil.org/marketing/propaganda-quanto-e-o-suficiente/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 20 Jul 2010 10:37:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mercado</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.e-commercebrasil.org/?p=717</guid>
		<description><![CDATA[Vivemos uma época onde credibilidade é tudo nos negócios. As coisas mudaram significativamente nas últimas 2 décadas, obrigando empresas a diversificarem seus canais de comunicação. Está cada vez mais difícil ver uma campanha publicitária ser bem-sucedida utilizando apenas um meio de comunicação.
Foi essa mudança que levou a função do planejamento nas agências ao posto de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span>V</span>ivemos uma época onde credibilidade é tudo nos negócios. As coisas mudaram significativamente nas últimas 2 décadas, obrigando empresas a diversificarem seus canais de comunicação. Está cada vez mais difícil ver uma campanha publicitária ser bem-sucedida utilizando apenas um meio de comunicação.</p>
<p>Foi essa mudança que levou a função do planejamento nas agências ao posto de “a menina dos olhos da publicidade”  (no bom sentido). O planejamento trouxe para as agências uma visão mais holística da comunicação, criando peças publicitárias que se complementassem, abrangendo diversos meios, veículos, utilizando várias ferramentas, isso tudo sem perder o foco e da maneira mais integrada possível. A função do planejamento é um grande exemplo de que as agências de publicidade mudaram.</p>
<p>As agências tiveram que mudar para acompanhar o comportamento do consumidor, cada vez mais desconfiado e incrédulo. Se antes, ver o nosso ator favorito vendendo um produto nos fazia comprar, agora isso não funciona mais. Os consumidores chegaram a um nível de complexidade tão grande, que o marketing tem usado cada vez mais a ciência pra descobrir o que ele gosta e o que ele quer. Muitas empresas contruíram uma ótima reputação investindo quase nada em publicidade e muito na experiência do consumidor. Não que essas empresas não fizessem propaganda, elas fazem, mas sem pagar por isso.</p>
<p>Em outras palavras, eu diria que o maior desafio da publicidade hoje é aumentar a credibilidade da marca, não persuadir. Alguns executivos perceberam isso há muito tempo como o sábio Comandante Rolim, enquanto algumas agências (menores) ainda hoje não entenderam a nova regra do jogo.</p>
<blockquote><p><em>“Não importa o quão habilidoso você seja, não se pode inventar uma vantagem que não existe. E se você fizer, será apenas um adereço, porque irá cair de qualquer forma.” (Bill Bernbach)</em></p></blockquote>
<blockquote><p><em>“O que o cliente vê vale mais do que o que você fala.” (Comandante Rolim, ex-presidente da TAM)</em></p></blockquote>
<p>Credibilidade é tudo, e a publicidade deve ser usada parar gerar&#8230;</p>
<p>Leia na íntegra em: <a href="http://feedproxy.google.com/~r/pequenoguru/~3/DrYcZIXpZ8w/" target="_blank">Pequeno Guru</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.e-commercebrasil.org/marketing/propaganda-quanto-e-o-suficiente/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>O marketing em tempos de customização</title>
		<link>http://www.e-commercebrasil.org/marketing/o-marketing-em-tempos-de-customizacao/</link>
		<comments>http://www.e-commercebrasil.org/marketing/o-marketing-em-tempos-de-customizacao/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 19 Jul 2010 11:13:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mercado</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.e-commercebrasil.org/?p=712</guid>
		<description><![CDATA[Por Bruno Mendes

A evolução das teorias de marketing passa sempre pela maneira de como desenvolver produtos cada vez melhores e mais atrativos e levá-los até o consumidor final. Entre os autores, há sempre uma discordância quando se trata da parte teórica, mas o foco continua sendo o cliente.
Algumas abordagens como o marketing de massa e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h6>Por <a title="Siga o Bruno no Twitter!" href="http://www.twitter.com/bcamendes">Bruno Mendes</a></h6>
<p><img class="alignnone" title="Já pensou em comprar um tênis customizado da Nike pela Internet?" src="http://www.pontomarketing.com/wp-content/uploads/nikeid4-300x240.jpg" alt="" width="260" height="207" /></p>
<p>A evolução das <strong>teorias de marketing</strong> passa sempre pela maneira de como desenvolver produtos cada vez melhores e mais atrativos e levá-los até o consumidor final. Entre os autores, há sempre uma discordância quando se trata da parte teórica, mas o foco continua sendo o cliente.</p>
<p>Algumas abordagens como o <strong>marketing de massa</strong> e o <strong>foco nos nichos</strong> ainda são utilizadas por algumas empresas, mas o conhecimento sobre as necessidades de seu cliente é fundamental. O resultado ainda é satisfatório, pois a compatibilidade de seus produtos com o mercado ainda é significativa, mas tende a sofrer alterações.</p>
<p>Os conceitos de produção para a massa ou generalização das necessidades de seus clientes para a concepção de novos produtos cedem seu lugar de importância para algo que nem mesmo as teorias mecanicistas e comportamentais poderiam imaginar: <strong>a customização</strong>.</p>
<p>Criar produtos já não é mais o suficiente. É preciso ouvir seus clientes, entender suas necessidades e dar a eles a oportunidade de ter um produto a seu gosto, com “a sua cara”. Em sentido oposto à redução de custos com a produção para massa, a customização pode&#8230;</p>
<p>Leia na íntegra em: <a href="http://feedproxy.google.com/~r/pontomkt/~3/WL1ItZ-fSf8/" target="_blank">Ponto Marketing</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.e-commercebrasil.org/marketing/o-marketing-em-tempos-de-customizacao/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
	</channel>
</rss>
